
Diversas regiões do país demonstram hesitação em relação à diminuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Mesmo diante de propostas que visam beneficiar a população, alguns governos estaduais, notadamente aqueles enfrentando dificuldades financeiras, avaliam os impactos que essa medida poderia gerar. A necessidade de equilibrar as contas públicas faz com que esses estados procurem alternativas mais sustentáveis.
Um exemplo claro dessa postura é evidenciado por autoridades de um estado do sudeste, onde o vice-governador enfatiza que a adoção da isenção fiscal implicaria em ajustes significativos no orçamento. Ele explica que seria necessário compensar a perda de receita através do aumento das alíquotas aplicadas a outros setores econômicos. Essa mudança poderia desencadear um repasse dos custos adicionais para diferentes segmentos da economia, afetando negativamente tanto empresas quanto consumidores.
A discussão sobre a redução do ICMS destaca a importância de se buscar soluções fiscais que não onerem ainda mais a sociedade. É fundamental que os gestores públicos explorem caminhos que promovam o desenvolvimento econômico sem comprometer o bem-estar social, buscando sempre políticas que incentivem o crescimento sustentável e a justiça tributária.
