
Entre os dias 28 e 30 de maio de 2025, no âmbito do evento Rio2C, a Secretaria da Cultura do Ceará (Secult) destacou suas estratégias voltadas para o fomento cultural. Este espaço de troca de ideias reuniu profissionais de diversas áreas criativas, como música, moda, audiovisual e inovação. Durante esses dias, a Secult apresentou iniciativas que promovem a arte cearense e facilitam a circulação dos talentos locais no cenário nacional.
Detalhes das Ações Culturais Apresentadas
Em um ambiente vibrante de conexões culturais e debates sobre economia criativa, a Secult participou ativamente no Rio2C. Na quinta-feira, dia 28, uma mesa redonda intitulada “Políticas Públicas de Circulação de Música” reuniu importantes nomes da cena artística brasileira, incluindo Luisa Cela, secretária da Cultura do Ceará. Essa sessão foi crucial para discutir formas eficazes de levar a música cearense para além das fronteiras estaduais.
Já na sexta-feira, dia 30, o programa "Ceará Criativo" ganhou destaque em um painel especial. Esse projeto busca ampliar as oportunidades de circulação e difusão da produção artística local. O evento contou com intervenções de figuras notáveis, como Manoela Ziggiatti, coordenadora do Laboratório Cena 15, e Leo Porto, gestor executivo do Hub Cultural Porto Dragão. Sob a condução de Paulo Feitosa, diretor do Ceará Criativo, o encontro explorou três pilares fundamentais: formação, negócios e mobilidade.
O programa é realizado em parceria com o Instituto BR e recebe suporte financeiro por meio da Lei Paulo Gustavo, vinculada ao Ministério da Cultura. Ele abrange trabalhadores de múltiplas disciplinas artísticas, desde a música até as artes visuais e teatro.
A partir dessas iniciativas, percebe-se o compromisso do governo cearense em fortalecer a cadeia produtiva cultural. Ao proporcionar mecanismos de apoio e formação, espera-se que mais artistas consigam se destacar no mercado nacional e internacional.
Como jornalista, observo que programas como o "Ceará Criativo" são exemplos inspiradores de como políticas públicas podem impulsionar o desenvolvimento cultural. Ao investir em formação e circulação, o estado está não apenas promovendo seus artistas, mas também contribuindo para uma economia mais diversificada e resiliente. Este tipo de iniciativa demonstra que a cultura pode ser tanto um motor de transformação social quanto uma fonte de riqueza econômica.
