Pedro Leonardo conhece grupo teatral que leva a cultura africana aos palcos de Campinas (SP)

Grupo de teatro Cia Kokelinha — Foto: EPTV

Grupo de teatro Cia Kokelinha — Foto: EPTV

Embora seja o país que mais recebeu pessoas escravizadas do continente africano em toda a história, o Brasil ainda não conhece e debate pouco os costumes e tradições do povo negro. Porém, uma iniciativa que envolve arte e educação quer mudar essa realidade. A Cia Kokelinha, com origem em Campinas (SP), nasceu com o objetivo de levar aos palcos a riqueza da diversidade. E o Mais Caminhos deste sábado (17) foi conhecer esse projeto.

Ao Pedro Leonardo, Ítalo Jonas, um dos integrantes do grupo, contou que a companhia foi formada no final de 2018 com o intuito de realizar peças infantis autorais, que levassem o debate e a reflexão de questões sociais e culturais de uma forma leve e lúdica.

Em 2019, sob sua autoria e direção, a Kokelinha estreou sua primeira montagem, o musical infantil “A Princesa Dara e o Sapo Que Fala”, inspirado no clássico conto dos irmãos Grimm “A Princesa e o Sapo”.

O espetáculo traz uma história infantil totalmente nova sobre uma princesa e um sapo falante, ambientada em um reino africano liderado e construído por mulheres. Na trama, não existe uma princesa que deverá beijar um sapo. Nele, Dara irá resgatar sua essência e descobrir qual é o seu lugar na estrutura política de seu reino. Já o sapo, surge mais artista que anfíbio, para, posteriormente, trilhar uma jornada de redenção.

De acordo com Ítalo, o ponto inicial da dramaturgia surgiu da vontade de apresentar ao público infantil contemporâneo um reino repleto de cultura africana, que despertasse a curiosidade sobre outros tipos de realeza. Dessa forma, seja nos cenários, ou nos figurinos, as referências à cultura africana aparecem em diversos momentos, como nas cores, nos ritmos ou festas.

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Pedro Leonardo conhece grupo teatral que leva a cultura africana aos palcos de Campinas

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*Sob supervisão de Marcos Andrade