
A segunda temporada de The Last of Us, inspirada na aclamada franquia de jogos da Naughty Dog, tem gerado reações mistas entre os espectadores. Após a transmissão do segundo episódio, uma decisão narrativa audaciosa dividiu opiniões e influenciou diretamente a percepção pública sobre a série. O momento central que desencadeou essa polarização foi a eliminação precoce de um personagem icônico, levando à insatisfação de parte do público.
O impacto dessa escolha narrativa remete ao lançamento do jogo em 2020, quando a morte de Joel causou ampla repercussão. Essa repetição de eventos no formato televisivo provocou uma onda de críticas, com muitos telespectadores questionando a lógica e a coerência das decisões tomadas pelos roteiristas. Entre as reclamações mais frequentes estão acusações de inconsistências nas ações dos personagens e a sensação de que potenciais narrativos foram desperdiçados por meio de conveniências artificiais.
Ainda assim, a série continua sendo um fenômeno cultural significativo, despertando debates intensos sobre suas abordagens criativas. A capacidade de The Last of Us de gerar tamanha paixão, mesmo em meio às críticas, reflete sua força como obra de arte contemporânea. É possível que, à medida que a trama se desenvolva, novos elementos surjam para justificar ou enriquecer as escolhas feitas até agora, permitindo que a série reconquiste a confiança de seus fãs e continue a explorar temas profundos sobre humanidade e sobrevivência.
